Categoria: Cultura

Não sou grande expert em redes sociais, mas tendo em vista a quantidade de convites que tenho recebido no meu Linkedin, resolvi escrever para orientar algumas pessoas que estão entrando na rede sem nem ao menos procurar saber para que ela serve e se de fato vai agregar algo para elas.

Pessoalmente gosto muito do Linkedin e trato meu canal como um currículo online. Nele tenho um resumo de todas minhas experiências profissionais, alguns depoimentos de colegas e clientes com quem já trabalhei, e também a descrição de minha formação acadêmica. Não utilizo o Linkedin para fazer amigos e sim para manter contatos profissionais e buscar networking, afinal, este é o grande diferencial da rede: o fato de você poder se conectar com profissionais e empresas que sejam de fato relevantes para você e sua carreira.

21.jul.14
Por Odo Reginatto
Categorias: Cultura

Se tem uma coisa que gostamos de fazer (além do nosso trabalho, é claro) é contar nossa história. Não que achemos que seja uma história de quem já venceu na vida e pode descansar encima de um legado de 10 anos, mas sim porque achamos que compartilhar o que aprendemos até aqui pode ser útil para quem está começando agora e não quer cometer os mesmos erros que cometemos.

Não é fácil começar uma empresa quando se tem tão pouca idade (e conhecimento empresarial) quanto tínhamos, mas todas as experiências serviram para que pudéssemos entender melhor nosso negócio, definir um foco específico e termos uma empresa de fato, que se consolida ao passo que estamos entrando em nosso décimo ano (caraca, é muito tempo!).

05.jul.13
Por Odo Reginatto
Categorias: Cultura

Olá pessoal.

Não, este não sou eu!

Não é muito comum eu escrever textos para o blog, mas tendo em vista os últimos acontecimentos e algumas percepções que passei a ter em relação ao meu trabalho, achei interessante compartilhar algumas ideias e experiências que tenho buscado para minha vida profissional. Espero que gostem, ou não.

Quero começar explicando a diferença entre Workaholic e Worklover, com um trecho do texto do Willian Binder para o site de finanças Dinheirama. Seguem as definições do autor:

Workaholic

  • O trabalho é fonte de pressão e stress
  • Queixa-se do trabalho no fim de semana
  • Não consegue ficar longe do trabalho
  • Sente-se inseguro
  • Busca atender expectativas dos outros
  • Tem que trabalhar muito pra demonstrar capacidade

Ser workaholic é determinado por fatores ligados à insegurança e por pressões externas.

Worklover

  • Trabalho é fonte de satisfação
  • Pensa sobre trabalho e expectativas no fim de semana
  • Consegue se afastar do trabalho, apesar de que qualquer situação leva a pensar em oportunidades para ele
  • Busca realizações
  • Tem que melhorar sempre para atender suas próprias expectativas

Ser worklover é determinado por escolhas pessoais e por pressões internas.

27.maio.13
Por Andy Brisola
Categorias: Cultura

Antigamente era assim: Início da madrugada, 1h da manhã. Você dizia: “Cara, amanhã vou acordar às 7h.”

Sabe aquele cara que prontamente responde “Amanhã não, hoje!”? Esse cara é um mala.

Já atualmente, em tempos em que a informação chega em velocidade absurda e os profissionais se veem aos tombos para dar conta de tudo o que chega em sua caixa de entrada, esse cara transforma o computador à sua frente em uma arma letal que, apontando para o seu avatar, mira (e acerta) em cheio na sua produtividade.

Foi observando a presença cada vez mais freqüente deste personagem na maioria das empresas que resolvi compilar algumas situações e dicas para ajudar a minimizar a presença deste sujeito tão desagradável que, se não for você, está sentado na estação de trabalho ao seu lado:

26.mar.13
Por Lêo Schallenberg
Categorias: Cultura

Quando os problemas da vida parecem complicados demais para suportar, quando 24 horas em um dia não são suficientes, lembre-se do pote de maionese e, das cervejas…

Vai parecer uma daquelas histórias encaminhadas por email, e pode ser que até já a conheçam. Mas enfim, fala de maionese e cerveja. So, why not? :D

Enjoy!

28.ago.12
Por Lêo Schallenberg
Categorias: Cultura

A clássica história do porco e da galinha.

Mesmo assim, achei importante termos pelo menos um registro disso no blog da agência, enfim, fazermos parte da disseminação. Para quem ainda não conhecia, melhor ainda.

A história, um tanto quanto estranha é claro, serve muito bem para explicar os papéis de cada indivídulo no Scrum. Uma analogia sobre envolvimento e comprometimento.

A premissa básica é de que o porco disponibiliza o próprio bacon dele na empreitada. Quem tem o papel do porco geralmente é quem executa, quem “faz” o trabalho.

A galinha é a que tem algo a ganhar com a performance do porco, e no final, não contribui realmente no dia a dia para “fazer acontecer”. Os “ovos” dela são apenas recursos, e muitos são “chocados”, “fecundados”.

21.ago.12
Por Odo Reginatto
Categorias: Cultura

Estou no meio acadêmico desde 2003, e nesses dez anos já fiz inúmeras apresentações de trabalhos, artigos e projetos. Também presenciei dezenas de outras e tive a honra de avaliar algumas delas.

Aprendi muito montando e fazendo apresentações, e depois de alguns convites, me senti à vontade para montar um material para falar a respeito deste assunto.

“Técnicas para uma apresentação de alto impacto” é um material bastante didático, com foco na organização das ideias principais (planejamento) e na prevenção dos pequenos erros que muitas vezes acabam comprometendo todo um trabalho na hora da apresentação. Também conta com algumas dicas para finalizar a apresentação mantendo o interesse do público. Ele foi desenvolvido inicialmente para uma turma de Design e Engenharia de Produção da Ulbra Carazinho, mas as dicas servem para qualquer tipo de apresentação, seja ela acadêmica ou profissional.

18.jul.12
Por Andy Brisola
Categorias: Cultura

A Agência UpSide desenvolve soluções para o mercado digital desde 2004 e assina alguns dos principais projetos web da região norte gaúcha. Trabalhamos em um mercado tecnologicamente cosmopolita e, a cada novo dia, encontramos um oceano de informações que precisam ser recebidas, processadas e monitoradas.

Trabalhamos com uma rotina que ultrapassa (e de longe!) a barreira do simples desenvolvimento de um site. Precisamos entender o perfil do consumidor-alvo (marketing), montar um escopo compatível com este perfil – e com as expectativas de nosso cliente (planejamento), desenvolver uma tecnologia simples, dinâmica e funcional (programação), dentro de uma interface intuitiva e agradável (design) e que gere tráfego e audiência ao nosso cliente (monitoramento).

12.jul.12
Por Andy Brisola
Categorias: Cultura

Quem aqui nunca reclamou do trabalho, né amigo? Todos já sentaram numa roda de amigos e ficaram desabafando sobre seus problemas, indignações, os ossos do ofício. Foi pensando nisso que resolvemos ajudar. Baseado em uma enquete no Facebook e em muitas conversas inbox e pessoalmente (já que muitas pessoas preferem não se identificar ao lamuriar-se da sua empresa) separamos algumas dicas para ajudá-los. :)

02.jul.12
Por Lêo Schallenberg
Categorias: Cultura

Quando falamos em técnicas para estimativa e planejamento no Scrum, qual a primeira que vem à sua cabeça?

Horas? Dias? Story points? Ok.

“O Scrum fala de um método oficial para isso”, deve pensar.

Na verdade, não.

Veja, nada no Scrum diz que você precisa usar uma técnica específica para isso.