Trata-se da mais poderosa ferramenta para gestão de campanhas de marketing eletrônico, o chamado: E-mail Marketing Inteligente.
Para que serve?
O E-mail Marketing Inteligente pode ser usado na fidelização de seus clientes, na oferta de produtos e serviços, pesquisas de satisfação, cartões comemorativos e de aniversário, envio de informativos periódicos e comunicadores internos.
Como funciona?
Trata-se de uma Newsletter, informativa e criativa, que será enviada à uma lista de e-mails, cadastrados ou selecionados. Através da nossa ferramenta de disparos, conseguimos planejar e gerenciar ações digitais via boletim eletrônico. Nós elaboramos e mensuramos a melhor estratégia para atrair o público alvo, aumentar as vendas e a audiência de forma qualitativa.
Além de enviar e-mails em grande quantidade, permite a criação do layout da mensagem, segmentação da campanha focando seu público alvo e mensuração dos resultados: quem e quantos clientes abriram, não abriram e clicaram.
Quais os possíveis resultados?
● Praticidade em realizar excelentes e completas campanhas, enviadas diretamente a um público alvo;
● Aproximação e interatividade com o seu cliente;
● Diminuição da dispersão da verba publicitária;
● Praticidade no relacionamento com o cliente;
● Visibilidade para a sua marca;
● Obtenção de resultados mensuráveis em tempo real;
Quando os problemas da vida parecem complicados demais para suportar, quando 24 horas em um dia não são suficientes, lembre-se do pote de maionese e, das cervejas…
Vai parecer uma daquelas histórias encaminhadas por email, e pode ser que até já a conheçam. Mas enfim, fala de maionese e cerveja. So, why not?
Enjoy!
Um professor estava diante de sua classe de filosofia com alguns itens na mesa. Quando a aula começou, sem dizer nada, ele pegou um pote grande e vazio de maionese e começou a enchê-lo com bolas de ping-pong.
Ele perguntou aos alunos se o vidro estava cheio. Eles concordaram que sim.
Então pegou uma caixa de pedrinhas bem pequenas e derramou dentro do frasco. Agitou e as pedras preencheram os espaços entre as bolas. Assim, perguntou novamente se o vidro estava cheio. Eles então, concordaram que estava.
O professor pegou uma caixa de areia e derramou dentro do frasco. A areia preencheu o resto. Ele perguntou novamente se o vidro estava cheio. Os estudantes responderam com um unânime “sim”.
Finalmente, retirou uma lata de cerveja debaixo da mesa e derramou todo o conteúdo preenchendo todos os espaços vazios.
Os estudantes riram.
“Agora”, disse o professor, “Eu quero que reconheçam que este frasco é a vida. As bolas de ping-pong são as coisas importantes – suas familias, seus filhos, saúde, seus amigos, suas paixões – coisas que, se todo o resto estivesse comprometido e somente elas permanecessem, suas vidas ainda teriam sentido. Estariam “cheias”. As pedrinhas são as outras coisas que importam, como seus empregos, casa, carro. A areia é todo o resto – as pequenas coisas.”
“Se vocês colocarem a areia primeiro no vidro, “continuou ele,” não haverá espaço para os palitos e as bolas de ping-pong. O mesmo vale para a vida. Se gastarem todo o tempo e energia em coisas pequenas, nunca terão lugar para as coisas que são importantes para vocês. Prestem atenção às coisas que são críticas para a felicidade. Brinquem com seus filhos. Tirem um tempo para fazerem exames médicos. Saiam com a namorada ou namorado para jantar fora. Sempre haverá tempo para limpar a casa e arrumar tudo. Cuidem das bolas de ping-pong primeiro, as coisas que realmente importam. Definam suas prioridades. O resto é só areia.”
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que a cerveja representava.
O professor sorriu. “Fiquei feliz pela pergunta. Ela só vai para mostrar que não importa o quão cheio sua vida possa parecer, sempre há espaço para umas cervejas no fim do dia “.
Mesmo assim, achei importante termos pelo menos um registro disso no blog da agência, enfim, fazermos parte da disseminação. Para quem ainda não conhecia, melhor ainda.
A história, um tanto quanto estranha é claro, serve muito bem para explicar os papéis de cada indivídulo no Scrum. Uma analogia sobre envolvimento e comprometimento.
A premissa básica é de que o porco disponibiliza o próprio bacon dele na empreitada. Quem tem o papel do porco geralmente é quem executa, quem “faz” o trabalho.
A galinha é a que tem algo a ganhar com a performance do porco, e no final, não contribui realmente no dia a dia para “fazer acontecer”. Os “ovos” dela são apenas recursos, e muitos são “chocados”, “fecundados”.
Got it?
Atualmente penso que a equipe tem o papel do porco, enquanto o Product Owner, embora tenha suas responsabilidades no planejamento, tem o papel da galinha, pois, uma vez que todos adotam o comprometimento com o resultado, é da equipe a responsabilidade para entregar. O P.O. atende apenas como observador, na maioria das vezes, um envolvido. O time junto ao Scrum Master são os verdadeiros comprometidos (com o próprio presunto).
Há quem discorde e quem não goste dessa analogia, e com bons argumentos, colocando o P.O. também no papel do porco, sendo o único com a habilidade de prover os recursos que irão nortear a equipe no desenvolvimento, o principal responsável pela tomada de decisões que podem afetar o resultado do projeto, etc. Ou seja, um alto nível de comprometimento.
Discórdia à parte, acho a história interessante para mostrar as dificuldades que envolvem as conversas entre Equipe, Product Owners e Scrum Masters.
Enfim, fica a pergunta. Quem está envolvido e quem está comprometido?
Estou no meio acadêmico desde 2003, e nesses dez anos já fiz inúmeras apresentações de trabalhos, artigos e projetos. Também presenciei dezenas de outras e tive a honra de avaliar algumas delas.
Aprendi muito montando e fazendo apresentações, e depois de alguns convites, me senti à vontade para montar um material para falar a respeito deste assunto.
“Técnicas para uma apresentação de alto impacto” é um material bastante didático, com foco na organização das ideias principais (planejamento) e na prevenção dos pequenos erros que muitas vezes acabam comprometendo todo um trabalho na hora da apresentação. Também conta com algumas dicas para finalizar a apresentação mantendo o interesse do público. Ele foi desenvolvido inicialmente para uma turma de Design e Engenharia de Produção da Ulbra Carazinho, mas as dicas servem para qualquer tipo de apresentação, seja ela acadêmica ou profissional.
Dentre o conteúdo apresentado, destaco 5 dicas principais:
1. Fique atento aos 3 pilares fundamentais: Público, tempo e objetivo. Saiba para quem você irá falar e procure adaptar o conteúdo e a linguagem de acordo com este público. Procure adequar o conteúdo ao tempo de apresentação que lhe foi dado. Ter um objetivo bem definido também ajuda a garantir uma boa apresentação.
2. Crie um roteiro: Você deve ter consciência que sua apresentação é uma história, a para que ela faça sentido, deve estar em uma ordem que ajude as pessoas a entender o conteúdo (e você não se perder). Agrupe os conteúdos relacionados e procure dar uma cronologia à sua apresentação.
3. Use imagens e vídeos: Uma imagem vale mais que mil palavras, já diz o ditado. E um vídeo vale mais que mil imagens, seguindo na mesma linha. Procure imagens e vídeos que sintetizem sua ideia e lhe ajudem a fazer as conexões necessárias durante a apresentação. Isso é muito mais adequado do que encher a tela de texto, que deixa sua apresentação monótona e lhe obriga a ler todo conteúdo.
Uma imagem dessas dispensa qualquer comentário.
4. Fale com emoção: Manter sempre o mesmo tom de voz dispersa o público. Relacione os conteúdos e procure exaltar por meio de gestos ou mudança de entonação, o que cada conteúdo representa dentro da estrutura do trabalho.
5. Finalize com entusiasmo: Isso ajuda a garantir as palmas =) e pode ajudar a melhorar a empatia do público por sua apresentação. Para isso, use frases de impacto e vídeos relacionados ao objetivo da apresentação.
Você pode fazer o download do material no Slideshare ou conferir aqui embaixo!
A Agência UpSide desenvolve soluções para o mercado digital desde 2004 e assina alguns dos principais projetos web da região norte gaúcha. Trabalhamos em um mercado tecnologicamente cosmopolita e, a cada novo dia, encontramos um oceano de informações que precisam ser recebidas, processadas e monitoradas.
Trabalhamos com uma rotina que ultrapassa (e de longe!) a barreira do simples desenvolvimento de um site. Precisamos entender o perfil do consumidor-alvo (marketing), montar um escopo compatível com este perfil – e com as expectativas de nosso cliente (planejamento), desenvolver uma tecnologia simples, dinâmica e funcional (programação), dentro de uma interface intuitiva e agradável (design) e que gere tráfego e audiência ao nosso cliente (monitoramento).
No início de 2011 nos víamos em meio a um oceano de informações que precisavam ser gerenciadas. Os documentos necessários para desenvolver um projeto web ficavam cada vez mais complexos e, com um percurso tão longo a ser percorrido, nosso prazo (e orçamento) começaram a comprometer nossa colocação no mercado.
Decidimos parar, avaliar as coisas, e mudar totalmente de direção: instalamos em nossa empresa uma nova filosofia que chamamos de “Keep it Simple” (simplifique) e começamos a diminuir papéis, documentos, softwares, culturas. Tudo isso escorados na certeza de que precisávamos de um processo que privilegiasse a agilidade no gerenciamento de projetos e que aumentasse o nosso nível de resposta a mudanças.
Foi então que conhecemos o SCRUM, um “método ágil” de gerenciamento de projetos, pautado inicialmente no desenvolvimento de software, uma área onde tradicionalmente os projetos sofrem devido a mudanças no ambiente de negócios, inovações, legislação, concorrência e demais fatores. Devido ao fato do SCRUM não ser um processo fechado, nos adaptamos à sua filosofia e adaptamos parte do processo à nossa área, criando uma metodologia híbrida cujo objetivo principal era entregar somente o que poderíamos produzir, diminuindo frustrações e devaneios.
Equipes em SCRUM são pequenas, de cinco a nove pessoas, multidisciplinares, que trabalham normalmente juntas fisicamente. Para a grande maioria dos projetos em TI este tamanho é suficiente, levando em consideração que equipes em SCRUM aumentam a produtividade comparadas com equipes tradicionais em uma escala de 200% a 400% só pela remoção de desperdício causado pela engenharia dividida em fases.
Na prática, o SCRUM parte da simples estratégia de “Dividir para Conquistar”. Um grande projeto é dividido em releases menores. Essas releases, por sua vez, são quebradas em períodos de tempo normalmente fixados entre 15 e 30 dias, aos quais chamamos de sprints. Para acontecer, as releases são desmembradas em histórias, que tem normalmente uma relação direta com as funcionalidades solicitadas. Por último, essas histórias são fracionadas nas atividades nas quais as pessoas que desenvolverão o produto trabalharão.
Priorizadas as histórias, agrupa-se em uma sprint o número de histórias que aquela equipe é capaz de entregar dentro deste período de tempo. Ao término de uma sprint, havendo um desalinhamento de produtividade, medidas gerencias são adotadas pelo “Scrum Master” , um membro da equipe que recebe a função de “facilitador” do trabalho. É aqui que parte da mágica acontece: medidas de contingência são adotadas pouco tempo após o problema surgir, e não depois de meses como em alguns outros processos.
Com base nesta filosofia, o SCRUM funciona como um caminho sólido para o desenvolvimento de projetos, independentemente de tamanho, nos permitindo equilibrar prazos, custos e funcionalidades de acordo com o orçado, e eliminando vícios de metodologias de desenvolvimento próprias, como a que tínhamos anteriormente.
Se estivéssemos vendendo limonada, nosso cliente só precisaria valorizar o sabor do suco, e não o processo de fabricação, certo? Como fazer é problema nosso e, sendo assim, porque não tornar essa parte do processo uma coisa saborosa também?
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* Artigo escrito pelo Diretor de Negócios da Agência UpSide, Anderson Brisola, e publicado originalmente na coluna de TI da Revista IMED, em setembro de 2011